A madrugada pode ser tépida, cálida, sem variação de cor e também amiúde.
Mas há também uma rotina cheia de diferenças.
É o intervalo de cessar os erros, pensar no que ainda pode ser certo e o que não pode deixar de ser.
É onde o emudecer pode soar como um grito e o que parece oculto tornam-se evidente e manifesto.
É onde mais se reluta contra o que inquieta e furtivamente rouba a paz.
É a tela multifacetada dos insones onde é possível desconstruir realidades e desenhar sonhos.
Márcia Régis
Natal, 26/05/10
quarta-feira, 26 de maio de 2010
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